terça-feira, 2 de março de 2010

Injustiça, vingança direta e vingança indireta

O efeito começa desta maneira: A10 é estrupada por C33 se fosse pelo efeito da vingança A33 estruparia inevitavelmente C10 ou A40 estruparia C15, ou seja, na vingança estaria completa se alguém da família A devolvesse o estrupo sofrido a família C. mas não é necessariamente por vingança que o efeito do mal retorna. Tomemos por base o mesmo caso anterior se A10 que foi estrupada ficar traumatizada, não fizer tratamento para o trauma e se ela ou a sua família não se vingar devolvendo o mal sofrido diretamente a família C, então A10 terá um filho e provavelmente criará e educará esse filho para ser um futuro estrupador e é ai que o efeito do retorno é indiretamente causado.

O exemplo de efeito do retorno indireto fica mais claro se enxergado A10 como homem, então A10é estrupado por C33, A10 ficamuito traumatizado, não faz tratamento medico para esse trauma e nem ele nem ninguém de sua família consegue devolver o mal a família C, porém mais tarde aparece N21 e A10 estrupa N21. A principio ninguém sabe e não entendem o por que de A10 ter estrupado N21, mas o motivo é o que chamo aqui de inevitável efeito do retorno indireto ou vingança indireta.

Ainda voltando ao exemplo de A10 como mulher, ela poderia tanto ter um filho e criar e educar este filho para ser um futuro estrupador como também ela poderia estrupar um filho pequeno de C33 ou alguma criança da família de C33. No caso de A10 ter um filho e esse se tornar estrupador, A10 seria vingada indiretamente pois a vingança só seria direta se causada a alguém da família de C33.

Esse efeito do retorno indireto é semelhante e pode ser confundido ao costume que muita gente tem de descontar suas frustrações ou raiva em cima de quem não tem nada a ver com isso. Por exemplo: tenho uma briga ou discussão no trabalho e chego em casa explodindo de raiva, descarregando boa parte ou toda a raiva na primeira pessoa que encontra em casa. Ou o inverso, saio de casa brigado com a esposa e chego no trabalho e desconto tudo nos clientes, freguesia e ou colegas de trabalho.

Pensando assim você tem um filho ou filha e na medida do possível você procurou dar carinho, atenção e investir da melhor forma no seu filho. Sem saber e sem poder evitar que amanhã seu filho seja assaltado e morto na rua por um bandido qualquer ou que amanhã seu filho te dê uma neta e essa neta seja estrupada, podendo acontecer de muito mal a justiça solucionar o caso, não conseguindo pegar o assassino do seu filho ou o estrupador de sua neta para puni-los com justa punição que merecem.

segunda-feira, 1 de março de 2010

As possibilidades e as liberdades

Finalmente chegou a hora, creio que agora é o momento mais certo para declarar e revelar de uma vez por todas minhas reais intenções para o futuro a médio prazo. Não gosto de planejar para o futuro, ainda mais um futuro a médio prazo. No máximo planejo para o mês, que seria o curto prazo. O médio prazo seria de 4 a 12 meses. Para mim passando de 1 ano já é longo prazo. Na verdade não importa a que prazo, o importante é que 90% das coisas que vou descrever aqui não dizem respeito ao imediato, nem ao hoje e nem ao agora, mas ao futuro.

Não posso tolerar provocação, insinuação ou sugestão equivocada ou má intencionada que envolva eu e meu filho. Sei que não faço nada pelo meu filho e que ao contrário da mãe dele tenho tempo de sobra para ficar com ele e para dar atenção a ele. Melhor dizendo tenho tempo sobrando para dar atenção ao Pedro, mas como dar atenção a ele se não posso ficar com ele. Tempo eu tenho muito e atenção posso e devo dar, mas não posso ficar com ele, ou seja, não posso pegá-lo para ficar comigo. Isso por 2 razões: Primeiro, porque sinto que a bisavó dele tem ciúmes e segundo, porque não tenho o mínimo de conforto para oferecer ao Pedro na minha casa. Tudo que queria e vinha tentando fazer era ajudar a eles ajudarem o meu filho. Mas eles vêem da forma oposta, ou seja, querem ajudar a que eu ajude meu filho, aliás não sei se está errado nisso, a forma do objetivo ou o objetivo em si ou ainda se ambos. Sei que eles tem um modo todo exclusivo deles assim como eu tenho o meu e cada um tem o seu de agir e que os nossos modos de pensar e de agir quase sempre não combinam, principalmente quando é sobre algo que interfere diretamente na minha liberdade de escolha e de decisão e mais principalmente ainda quando também se refere a pessoa do meu filho.

Não me arrependo de nada, só me arrependo de saber que ainda existe arrependimento. Para que serve o arrependimento se não vai desfazer o que foi feito e nem vai anular as conseqüências do que foi feito. O arrependimento hoje só serve para fazer lembrar do mal que aconteceu e com isso fazendo agente se sentir mal por isso. O arrependimento só valeu na época de João Batista, pois ai ele usava como pregação e preparo para batizar as pessoas. O arrependimento na realidade deveria acontecer sempre antes da execução do mal, mas como sabemos hoje em dia ele só ocorre após o mal já ter sido feito.

Tenho duas primas de consideração que pra mim são praticamente irmãs quer dizer gosto tanto delas quase tanto quanto gosto dos meus irmãos e seria capaz inclusive de ariscar minha vida para salvar a delas.

As possibilidades e as liberdades:

Eu posso errar como já errei algumas vezes e ainda devo errar outras vezes em relação a meu filho, assim como meus pais biológicos e adotivos também erraram e ainda erram em relação a mim e assim como todos os pais erram ao longo da criação de seus filhos, porque todos erramos, nenhum de nós somos perfeitos.

Mas tenho certeza que não vou errar com meu filho nos mesmo aspectos ou com os mesmos erros que meus pais erram e erram comigo.

Jamais vou beber de cair, andar sujo, fedorento por não tomar banho há quase 1 semana inteira e dormir na rua, jogado as baratas como se fosse um bicho doente. Essa vergonha ou vexame nunca farei meu filho passar. Assim como também não vou cometer o erro de humilhar o meu filho só para fazer com que ele sofra por não querer fazer o que quero que ele faça e da forma que quero que seja feito. Mesmo que seja em nome de uma super-proteção, é esse o grande erro que meus pais adotivos cometem freqüentemente, é um erro fatal, pois interfere diretamente nas minhas liberdades de escolha e de decisão. São liberdades a que todas as pessoas têm direito.

Se você tenta tirar essas liberdades, você força uma barra violenta e praticamente obriga a pessoa agir como se fosse você. Fazer isso é o mesmo que roubar um direito fundamental e essencial a vida da pessoa, o que é pior do que está aprisionado a uma cadeia de verdade. É está preso estando em liberdade!

Os pássaros que são um símbolo representativo de liberdade, mesmo esses só voam para onde está sua cadeia alimentar, o que demonstra uma liberdade limitada. Como tudo neste mundo é limitado, falho, finito e/ou perecível.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

É dificil esquecer uma magoa tão grande assim...

Fico satisfeito sim em saber que a Danielle está bem ou que pelo menos consegue aparentar estar muito bem. Digo que não desejo o mal a ela principalmente porque do bem dela depende também ainda meu filho.

Não sei se esclareci e se enfatizei bem sobre essa questão, mas preciso esclarecer e ressaltar ao máximo que não posso, não devo e não quero culpar nem condenar jamais a Danielle por acreditar, confiar e defender a sua própria família ainda que sabendo que estavam errados. A propósito, na verdade por essa postura e atitude, Danielle de certa forma merecia ser parabenizada e aplaudida.

Já até esqueci de tudo que ela fez contra mim, mas vou culpá-la e condená-la até o fim de algo que ela também deverá me culpar e condenar, que é de cada momento que ela fizer algo que prejudique nosso filho, seja o que for, por menor que seja o mal causado. E sei que ela já prejudicou e continua nosso filho.não posso pensar somente no bem que ela já fez e tem feito e esquecer o mal. Porque o mal tem sempre que sofrer punição.

Por enquanto estou procurando sepultar ela (Danielle) com vida, mas pretendo fazer ela sentir o mais profundo desprezo, vergonha, humilhação e algo ainda pior, sem precisar encostar um dedo nela, tudo na base da inteligência, do tempo e da oportunidade.

Se alguém pode me culpar e condenar de alguma coisa é de que eu tenha prejudicado o meu filho mas só há 2 pessoas que podem fazer isso com validade, que é a Danielle ou meu próprio filho.

uma pessoa recentemente teve a cara de pau de me dizer para não me meter na vida do meu filho e essa pessoa não foi a Danielle e nem o Pedro (se meu filho me dissesse algo deste tipo eu apenas desconsideraria, pois ele não tem idade para dizer algo assim a não ser incentivado por outra pessoa), resultado é que isso dito pela pessoa não fez qualquer diferença, surtiu efeito algum se não essas linhas aqui no Blog, o que para isso já deve ser muito. E ao dizer tais palavras com tamanha coragem essa pessoa só pode estar tentando provar algo para alguém por alguma razão e por minha vez não sei exatamente nem que algo é esse que quer provar, nem para quem e nem por qual razão. Pra dizer bem dito, não sei nem quero saber e tenho raiva de quem sabe.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Balzaquino com 31 anos...

Balzaquino, a idade dos tinta pode ser considerada a melhor de todas. Essa é a fase do equilíbrio cronológico, pois não se é tão novo e nem se é tão velho. Todas as fases da vida são especiais: a infância pela magia da pureza e inocência da criança, a velhice pela sabedoria da experiência e por poder conhecer inclusive ainda com a oportunidade de participar um pouco da vida dos netos. Mas é justamente na fase dos trinta que fica realmente possível ter mais liberdade de aproveitar a vida. Porque por ser a fase intermediária da vida, há naturalmente um equilíbrio maior do que quando somos crianças ou idosos. Quando somos crianças não podemos ou somos impedidos de fazer muitas coisas por ser muito novo e quando somos idosos também a mesma triste situação.

Por falar em liberdade da idade, nada pior do que viver aprisionado, pior do que isso só mesmo viver aprisionado estando livre, ou seja, sentir-se aprisionado, como se realmente estivesse literalmente preso, mas não estando. É ... reconheço que é complicado, parece coisa de louco mesmo, mas infelizmente não é insanidade. Pois é, muito do que aparentemente ou do que a principio é considerado pura loucura por muitos, na verdade não é. Então eu vivo quase sempre como que fugindo e desaparecendo nas horas mais inesperadas e isso causa as mais variadas reações nas pessoas, algumas não entendem, outras ficam espantadas, outras chateadas, enfim. Um dos motivos principais para eu agir assim é o modo que tenho de evitar a manipulação e o controle efetivo das pessoas ou de uma pessoa sobre a minha vida. É também a forma mais eficiente q1ue tenho de mostrar e provar para todos que tudo que faço é só porque quero fazer e que não há como alguém conseguir me obrigar a fazer alguma coisa.

Sou assim agora porque preciso, é como consigo sobreviver. Faço tudo que faço muitas vezes mesmo sabendo que o maior prejudicado serei eu e quando digo isso também sei que muita gente vai pensar ou tentar argumentar que também estou prejudicando a meu filho ou que o maior prejudicado é meu filho por ele ser uma criança. Mas ao meu ver esse pensamento ou argumento é apelativo e chantagista, portanto não caio nessa.

Viver é bom mas seria bem melhor sem a dor, o envelhecimento e a morte. O que dizer de sepultar alguém em vida, pois é o que venho tentando fazer com a Danielle e com a família dela. Considerar como se ele não existissem apesar de percebê-los com vida ou saber que vivem. Porque sempre agi assim se não gosto ou tenho algo contra alguém prefiro mil vezes me afastar ou ficar bem longe do que brigar. Não sou de ficar brigando, discutindo ainda mais também se sei que estou coma razão ou que estou certo. Se eu ficar nervoso não vou brigar apenas para descontar minha raiva estapeando a pessoa, humilhar com agressão verbal e física para depois mais tarde fazer as pezes ou me tornar o melhor amigo daquela pessoa ou como muitos fazem voltam e ficam cheirando um o rabo do outro como se nada tivesse acontecido lá atrás.

Suicídio, covardia ou coragem...

Há lugares no mundo como no Haiti em que um terremoto ou tsunami de repente surgi e mata dezenas, centenas ou milhares de pessoas, ou seja, apenas por um mero fenômeno da natureza, uma catástrofe ocorre e inevitavelmente causando vitimas fatais. Já em outras partes do mundo como aqui no Brasil, principalmente no Estado do Rio de Janeiro, onde o que há é uma guerra sangrenta no transito. São veículos que colidem uns com os outros, atropelam pedestres nas calçadas e todo tipo de barbárie pela imprudência ao volante. Comparando a grosso modo, o terremoto no Haiti ao transito nas Estradas Cariocas, ambas fazem vitimas fatais, pessoas que certamente desejariam continuar a viver, são casos em que as pessoas não queriam morrer e morreram. Também o que esperar de um mundo onde as pessoas não conseguem cumprir um simples dever cívico de cidadão normal como não jogar lixo na rua ou não dirigir embriagado e etc muito do que deveria ser somente nosso, hoje é também nossa obrigação pois viraram leis e isso porque se não obedecermos as leis podemos ser penalizados ou corremos risco de sofrer punição pela justiça. Na verdade nem assim fazemos o que é o certo a ser feito. Também em muitos casos ou a punição severa ou não há punição, quer dizer ainda temos que conviver com a impunidade e com a punição injusta. Por tudo isso e muito mais coisas pior, pois não descrevi aqui nem 1/3 de toda a violência e desordem sob a qual vivemos ameaçados. Sobrevivemos a uma calamidade humana em que ao sairmos de casa, a partir daí podemos ser considerados praticamente suicidas involuntários. Porque o nosso dia a dia é praticamente uma constante rotina de suicídio.

Como se existem inúmeros tipos de mortes e também de suicídios: há o suicídio famoso, conhecido pelo nome de eutanásia, recentemente ouvi falar de um tipo que não conhecia, é o suicídio assistido em que um homem diz ter comprido o que prometeu para o amigo que morria de AIDS...

Agora analisando tudo isso bem e direito a fundo e comparando ainda, até que ponto alguns prazeres que fazem mal a saúde podem e devem ser considerados suicídios? Ora, muitas das delicias da alimentação (comida) para almas pessoas pode representar o próprio veneno. Quem tem diabetes por exemplo, precisa evitar doces, inclusive ou principalmente o chocolate. Se um medico me receita evitar chocolate eu troco de medico na hora e se insistirem deixo de ir ao medico para sempre. Morro sim por causa do chocolate mas morro feliz. Vê se vou deixar de comer chocolate pra viver mais alguns poucos anos a mais de vida e infeliz, é ruim em. dentre diversos exemplos importantes que poderia citar, vou citar apenas 3: O chocolate, o cigarro e o sexo. Destes 3 no que se refere ao quesito perigo ou risco de vida, o pior é o melhor, e de fato o melhor é o sexo. Sou chocólatra assumido, mas pra mim o sexo é com certeza muito superior ao chocolate, aliás não tem nada melhor no mundo que o sexo, como diz uma frase: “Se Deus fez algo melhor guardou pra si”...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ser cristão, evangelico e salvo...

Sou um salvo. Sou cristão, evangélico e salvo. Porque o evangélico vem dos evangelhos e quais são as boas novas dos evangelhos: A salvação das pessoas pela morte e ressurreição de Jesus, ou seja, a nós basta uma escolha receber ou rejeitar essa tão grandiosa salvação.

Não sou justo, sou justificado. Não sou santo e não busco a santificação, busco a Deus pois é Deus quem me santifica, sou santificado e não busco a gloria porque toda honra e toda gloria pertence a Deus e de Deus, por Deus e para Deus são todas as coisas, serei glorificado. Tudo é conseqüência de se buscar ou não a Deus em primeiro lugar, constantemente ou sempre na medida do possível, porque também Deus não quer forçar ninguém a busca-lo incessantemente (como Jesus que orou e jejuou 40 dias), Deus não deseja que isso se suceda desta maneira a todos sempre. Alguns podem ser ordenados diretamente por Deus a fazerem isso, mas em caso de exceção.

A confiança e a família

Assim diz o Senhor: Maldito o varão que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor! ver Jeremias 17:5

Certa vez escrevi sobre a confiança e ao meu ver agora confiança é a soma de sinceridade + liberdade + respeito. Ter confiança em alguém só vale a pena se for recíproco, ainda que não seja na mesma medida, pois cada um vivi, confia e ama em intensidade diferente.

Eu completei 3 décadas de vida e o senhor está completando praticamente o dobro. A cada 10 anos nós sofremos grandes transformações em nossas vidas, sendo assim o senhor deve ter passado por 6 dessas grandes mudanças até hoje. Isso significa, de certa forma, que tudo que sei e que aprendi, o senhor sabe e aprendeu em dobro, logo, por isso, quem seria eu para tentar dá alguma lição de vida ao senhor, apesar disso cá estou discursando sobre a vida.

O Senhor e a R. são para mim muito mais do que apenas pais, ainda que ser pai e mãe seja humanamente o grau máximo de todos os graus máximos, porém vocês dois jamais tiveram quaisquer espécies de obrigatoriedades em relação a mim e meus irmãos, fossem essas obrigatoriedades morais, legais ou mesmo espirituais, obrigações essas naturalmente comuns aos pais biológicos... para mim vocês foram e são muito mais do que pais adotivos ou biológicos, são pessoas especiais que foram especialmente preparadas por Deus para se importarem conosco. Com outras palavras não tenho o sangue de vocês e nem seus sobrenomes e certamente não tenho nenhum direito sobre alguma possível herança material ou financeira e nem gostaria de ter esse direito pra mim nem agora nem nunca (direito de herança esse, aliás que também costuma ser natural dos pais biológicos mas como meus pais não me deixaram nada de herança, graças a Deus nem bens e até onde sei também nem dividas e como ao meu ver creio ser bem melhor fazer pelos filhos em vida e enquanto eles são novos do que esperar para deixar uma herança após morrer ou quando os filhos já estiverem velhos ou em idade bem avançada, apesar ainda que concordo que a melhor hora para se receber uma herança de bens seja a hora que se mais precisa ou se mais necessita e neste ponto a maioria deve pensar que é na velhice que mais necessitamos de ajuda, talvez até seja, mas é na juventude que melhor podemos aproveitar da herança seja investindo ou usufruindo realmente. No mais se for para deixar uma herança para governo, para advogado ou uma outra pessoa qualquer que agente nem sabe quem é e nem o que essa pessoa poderá fazer, entra essas é lógico que escolheria deixar uma herança para meu filho) mas por outro lado a maior herança que poderiam me dá é essa de me sentir amado, cuidado e protegido hoje e muito provavelmente por todo o tempo que nos restarem a frente de acordo com a vontade de Deus.

Se eu invejo muito uma pessoa, faço desta pessoa minha inimiga ou se uma pessoa me inveja muito, faz de mim sua inimiga então muitas pessoas são inimigas ou se tornam inimigas primeiro não por desconfiança mas por terem inveja, ciúme, ódio etc

Deus nos ensina a amar inclusive nossos inimigos, mas ninguém é capaz de confiar em um inimigo. Por isso, digo que a confiança não está necessariamente ligada diretamente ao amor, entretanto, o amor está ligado diretamente a confiança sempre. Porque quem ama confia, mas na medida e ao passo que antes precisamos aprender com Deus a amar nossos inimigos, isso torna esse amor ai inimigo, um amor não totalmente espontâneo, nem muito menos recíproco e por isso não ocorre nestes casos a confiança diretamente ligada ao amor como ocorre nos casos em que amamos e confiamos em amigos, traçando essa comparação para exemplificar. Daí a importância da reciprocidade dos sentimentos. Buscando ser ainda mais claro, uma pessoa pobre que ganha um presente caro de uma pessoa rica muito dificilmente conseguirá retribuir o feito de igual modo, reciprocamente presenteando a pessoa rica com um presente de mesmo valor. Mas quando se trata de sentimentos, quem é que recebendo um sorriso, um abraço ou uma boa palavra de carinho, não poderá devolver na mesma medida.

O amor é um sentimento que se traduz em pequenos gestos e que fazem grandes diferenças no dia a dia. Esse é o presente melhor e mais especial que uma pessoa pode receber e doar ao mesmo tempo, é o dom do amor.